MÍDIA INTERATIVA

Medir a audiência bruta é o que faz a diferença

Métricas: logo teremos ferramentas rastreiam a audiência de um programa de TV de sucesso e fazem o cruzamento com a audiência de internet para chegar a números de audiência bruta.

Por Cris Rother

Ao iniciar um planejamento na mídia digital, temos que voltar ao final para então recomeçar – devemos analisar o histórico de uma campanha ou ação, cruzando-o com pesquisas, para traçarmos o objetivo e a métrica que queremos aferir. Ou seja: qual será nosso ROI (return of investment).

Para tanto, é preciso muita expertise e conhecimento em resultados. O profissional de métricas não é um auditor de terno e gravata com 35 anos de experiência enfurnado em uma pilha de documentos, mas um especialista moderno, muito bem-informado, jovem, bilíngüe, com MBA, que analisa e pesquisa.

Cito um case de um cliente, com o projeto, intitulado “Semana Sony Yahoo!”, onde contou com ações diárias das marcas Bravia, Vaio e Xplod durante a primeira semana de dezembro de 2008, na época do lançamento da TV digital no Brasil.

A ação, realizada pela LOV, explorou a liberdade de mídia na veiculação oferecida pelo Yahoo!, de forma a atingir o consumidor em diferentes momentos e de diferentes formas.

Para gerar vendas e brand-experience, uma campanha deve apresentar relevância aos consumidores que buscam na web algum tipo de informação e interação e acima de tudo, possibilitar a medição do ROI desta ação. No final o que importa para o cliente é saber qual foi o seu retorno.

As ações foram expostas consecutivamente e todas seqüenciais. Ou seja, em dias seguidos na home-page do portal, o que impactou diretamente cerca de 5 milhões de pessoas, no total dos dias de ação.

Ampliando o raciocínio para além da internet, temos uma necessidade de aferir este ROI durante uma ação, em seu circuito completo, indo ou terminando na internet e passando pelos demais meios, que em breve serão todos digitais. A passagem para o digital felizmente possibilitará esta mecânica, pois hoje é impossível o cruzamento entre os meios digitais e analógicos.

Esta possibilidade de integrar métricas de outros meios é apresentada como tendência nos Estados Unidos, portanto não pousará tão brevemente por aqui, mas converge para nossa necessidade de traçar o percurso e os resultados de uma campanha além das impressões de banner, clicks, page-views, visitantes únicos e browsers, mas sim para as demais mídias e veículos.

Interactive Audience Measurement and Advertising Campaign Report and Audit Guidelines: o IAB USA (Interactive Advertising Bureau U.S.), juntamente com o MRC (Media Rating Council) e o ARF (Advertising Research Foundation) desenvolveram guidelines que serviram de base aos trabalhos de aferição e métricas na IAB Brasil, em minha cadeira de métricas, para as aplicações de internet.

Metodologia, métricas e critérios para aferir uma campanha e contabilizar resultados que se expandem para os demais meios. Abrange muitas aplicações sem fio e aplicações offline, como a TV interativa, que demandará diferenças na infra-estrutura e metodologia de entrega.

Ilustrando com um case “trender”: a NBC já está estudando, e creio que em breve desenvolvendo, uma ferramenta que rastreia a audiência de um de seus programas de sucesso, Heroes. A ferramenta mede a audiência da TV, faz o cruzamento com a audiência de internet e ainda, creiam, mede os downloads realizados.

Aí aplica um índice e contabiliza a audiência bruta total, vendendo-a para seus patrocinadores e anunciantes, obviamente por um investimento maior. Esta é idéia. Rentabilizar e comercializar uma audiência real, com um alcance real e com métricas reais.

Aí posso finalizar afirmando que isto fará uma diferença fundamental em métricas.

fonte: [Webinsider]

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PROPAGANDA DIGITAL…

O fim da era dos cliques e as métricas sem cliques

A taxa de cliques sozinha não produz métrica suficiente. Olhando mais adiante, é melhor buscar o resultado da interação sem precisar do clique. O usuário está mais desconfiado e fazê-lo clicar é difícil.
Por Fred Pacheco

Ainda não vamos tirar os botões do mouse, mas devemos tirá-los do planejamento e das métricas de campanhas online.

O antigo e ultrapassado % CTR (taxa de cliques) mede apenas quantas vezes uma peça foi clicada a cada cem exibições. Mas não mostra se o usuário realmente chegou ao website, se esperou o carregamento, se navegou no conteúdo ou, o mais importante, se realizou uma compra ou conversão.

As análises devem avaliar a eficiência da campanha até sua ponta final, acompanhando diferentes indicadores: custo de impressão da peça, custo por usuário impactado, custo por visita no site e custo de aquisição de um cliente, entre outros.

A importância de cada indicador irá variar de acordo com o objetivo de cada campanha.

Uma campanha institucional ou de comunicação simples pode comunicar diretamente nas peças através de interação, sem cliques ou visitas a websites. Neste caso, o mais importante é medir quantas interações ocorreram com a peça, e não apenas os cliques. Tecnologias como widgets podem realizar operações no próprio ambiente do portal, como encontrar a loja física mais próxima.

Formatos de rich media ajudam bastante porque permitem convidar o usuário a uma interação com pouco espaço ocupado – e quando o usuário demonstra interesse a peça entregará a informação relevante.

Por exemplo, uma oferta de consórcio da Ford que permita ao cliente interagir definindo no calendário até quando pode esperar pelo carro. Seriam exibidas informações correspondentes a esta decisão e se continuar interessado, aí o cliente ao clicar será direcionado para a contratação em uma página específica com os parâmetros selecionados.

No futuro, é possível que se reduza também a importância do clique dentro do site visitado. Ainda são considerados importantes o número de páginas por visita ou o número de cliques, mas será mais interessante medir a efetiva interação do usuário com os conteúdos e o tempo dedicado.

Por exemplo, há páginas de vídeo onde não basta saber se o cliente chegou até elas, mas se assistiu o vídeo até o fim, se passou adiante, se comentou, se aumentou a janela.

O mesmo vale para outros conteúdo. Um excelente conteúdo experimental de site que interage inteiramente sem cliques pode ser visto no projeto Dontclick.it.

Esta é na verdade a forma natural das pessoas – não viemos com botões nas pontas dos dedos e estamos acostumados a interagir tocando ou arrastando. É melhor já ter o resultado da interação sem precisar clicar e aguardar – fazer o usuário clicar é cada vez mais difícil; ele está mais desconfiado.

Esta é a razão pela qual o iPhone faz tanto sucesso: interage através dos toques dos dedos com gestos como arrastar, ao invés de depender de um clique com a seta.

fonte: [Webinsider]

A história por trás do Google Chrome

fonte: Google Channel Brasil

Google Chrome quer mudar a forma de se navegar na internet

faça download do Google Chrome, gratuitamente, aqui: www.google.com.br/chrome,

Cansados dos bugs, das limitações e das dificuldades que encontravam nos mais diversos navegadores de internet – até no já famoso Firefox, da Mozilla, com o qual eles mesmo contribuem –, os funcionários do Google resolveram criar seu próprio browser: o Google Chrome, lançado mundialmente nesta terça-feira, 2 de setembro. Já disponível para download, a novidade procura sanar todas as complicações que os internautas já encontraram em sua experiência, além de tornar todas as suas informações públicas, abrindo assim um grande leque para futuras possibilidades de inovação.

“O código do Chrome é open source, ou seja, qualquer um tem acesso às suas informações e pode, a partir delas, desenvolver aplicativos que se encaixem nele, além de realizar aperfeiçoamentos ou até desenvolver um novo browser”, lembra Marcelo Quintella, gerente de produto do Google Brasil. O profissional diz que o projeto não teve início estratégico, e sim pela percepção natural da necessidade de uma renovação. “Os navegadores que conhecemos hoje nasceram quando a internet tinha menos ferramentas, e não se aperfeiçoaram o bastante. Com o nosso lançamento, esperamos otimizar a experiência do usuário, tornando-a mais rápida, segura e instintiva”, salienta.

Ao abrir o Google Chrome é mostrado, de imediato, miniaturas das páginas mais acessadas pelo usuário, além de quadros laterais com opções para busca em diversos portais e links para sites, tudo baseado nas preferências e últimos acessos do internauta. Entre as principais novidades em sua funcionalidade estão as já tradicionais abas, que evitam a necessidade de abertura de diferentes janelas, mas com uma particularidade: “Cada aba é um processo diferente. Ou seja, se você está ouvindo música, lendo e-mails, assinstindo a um vídeo e acessando seu banco, cada coisa em um tag diferente, e uma delas dá qualquer tipo de erro, você não corre o risco de perder ou ter de fechar tudo, mas apenas aquilo que não está mais respondendo”, explica Quintella.

O Chrome também promete ser mais rápido e de fácil utilização que outros navegadores, como o tradicional Internet Explorer. “Procuramos gerar uma experiência de navegação limpa, estável, rápida e confiável. Com o JavaScript V8 (leia-se um sistema interpretador de JavaScript, linguagem de programação aplicada em grande número das ferramentas de interatividade presentes na web), qualquer aplicação que use esse sistema ganhará velocidade”, afirma o gerente da Google Brasil. A barra de busca, disponibilizada pelo Google como aplicativo e instalada por muitos internautas que usam o IE, por exemplo, não aparece no novo produto. “Percebemos que muita gente se confundia, digitando busca na barra de endereços e vice-versa. Agora, a barra é única e, dependendo de como você digita o que quer, o Chroma identifica se você procura um endereço ou quer fazer uma busca”, detalha Quintella.

Outro ponto positivo do lançamento é a grande lista de opções para organizar a navegação do usuário. Apenas arrastando uma aba, ela pode se tornar uma janela avulsa, voltando ao navegador principal se arrastada novamente. Ela também pode ser totalmente liberada, virando um elemento avulso do desktop e mantendo suas funcionalidades básicas. Para aqueles que cometem o equívoco comum de fechar o navegador ou página errada, caminho sem volta nos browsers tradicionais, o Chrome deixa marcado em um dos quadros de sua “aba-raiz” o link dos últimos acessos, possibilitando, com um clique, que o usuário volte para onde estava. Já para quem quer acessar algo “confidencial” – talvez sua conta bancária em um cyber café, por exemplo –, existe a opção da página Anônima, que, ao contrário da principal característica do novo browser, não registra cookies, histórico ou senhas, sem deixar rastros no computador em qual foi aberta.

Como discurso comum, a equipe do Google declara que a ferramenta não foi desenvolvida como um projeto para gerar rendimento financeiro – o que pode até ser entendido, visando que todas as informações técnicas e estruturais do lançamento estão abertas e disponíveis na internet, até para seus concorrentes. De acordo com a empresa, seu lucro vem do aumento de pessoas e tempo de navegação na internet, consumindo assim, cada vez mais produtos do Google. Como bem lembrou Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, esquivando-se da pergunta e reforçando que não haverá publicidade na página inicial do navegador, “servimos bem para servirmos sempre”.

Para quem ficou curioso, a versão beta já está disponível para download, gratuito, no www.google.com.br/chrome, que pode ser configurada em 43 idiomas – inclusive no português. Porém, inicialmente, a novidade é válida apenas para quem usa PC. Nos sistemas Mac e Linux, o navegador ainda deve demorar alguns meses para funcionar.

fonte: Karan Novas – Portal da Propaganda

Pintura Digital…

Nos dias 4 e 5 de setembro, os paulistanos poderão participar do workshop internacional promovido pela Cadritech em parceria com a Revista Digital Designer.

Na ocasião, Sutton demonstrará o seu método para aproveitar os recursos da fotografia e levá-las ao “nível de arte”, transformando-as em pinturas realmente criativas e expressivas.

Além de obras espalhadas em galerias privadas e particulares de todo o mundo, cursos realizados periodicamente em seu atelier, Sutton também é conhecido pelos diversos artigos e tutoriais publicados em revistas, livros e DVD’s que abordam a sua filosofia de arte digital.

A sede da Cadritech em São Paulo está localizada à Rua Afonso Celso, 552 – 3º andar, Vila Mariana.

Workshop Internacional com o artista Jeremy Sutton
Data: dias 4 e 5 de setembro
Horário: das 9:30 às 17 horas
Endereço: Rua Afonso Celso, 552 – 3º andar, Vila Mariana

Para mais informações visite o site da Cadritech aqui.

fonte: Olhar Digital.

Nascar: alta velocidade em miniatura

Com um clima do filme “Carros“, que aliás já assisti um monte de vezes com meus dois filhos, a Wieden & Kennedy criou para a ESPN, um vídeo que transporta toda a emoção de uma corrida da Nascar para um mundo repleto de miniaturas. Quem não gostaria de ter um brinquedo desses na infância, não é mesmo?

post original: por Caio, do Blogcitário

Nike Burger

foto - Nike Burger

foto - Nike Burger

Oito criativos, designers, fotógrafos e artistas foram convidados a interpretar 8 diferentes modelos da Nike da sua maneira.

Este é o Nike Burger Air Max 90, obra do designer sueco Olle Hemmendorff.
(veja como é o Nike Air Max 90 original aqui)

fonte: Adme